O Brasil ficou de fora de todas as grandes revoluções tecnológicas. O resultado: dependência disfarçada de progresso.
Estamos no início de uma nova era. Inteligência artificial, robótica, biotecnologia, espaço. Tecnologias exponenciais que vão redefinir o mundo. E mais uma vez, estamos removidos da criação de valor.
A Scenius existe para mudar isso. Toda semana, pesquisamos as empresas e tendências que definem o setor de tecnologia. Traduzimos essa indústria para o Brasil.
Para investir e construir, primeiro é preciso entender.
Toda quinta-feira, no seu email.
A palavra Scenius vem da junção de "Scene" (“Cena” em inglês, como em “cena de arte moderna”) + "Genius" (“Gênio”). O conceito foi criado pelo músico Brian Eno para descrever a inteligência coletiva, a ideia de que grandes criações vêm de cenas, não de gênios solitários.
A Scenius opera em três frentes: conteúdo sobre tecnologia, investimento proprietário em empresas do setor e desenvolvimento de ferramentas.
No centro de tudo, está a Pesquisa, que alimenta os três.
A newsletter que você está lendo é nosso primeiro produto.
Minha mãe é professora de português e literatura e meu pai é engenheiro. Acho que escrever uma newsletter sobre tecnologia estava no meu destino.
Charlie Munger costumava dizer que "a melhor coisa que uma pessoa pode fazer é ajudar outra pessoa a saber mais". Esse é o meu objetivo com a Scenius.
Sou engenheiro formado pela Poli-USP com MBA em Stanford. Co-fundei o Amigos da Poli. Fui Diretor de Investimentos do Capricorn, fundo do Jeff Skoll, em Nova York. Ao retornar ao Brasil, trabalhei no GIC.
Passo meus dias estudando empresas de tecnologia para entender e investir nelas. A Scenius é onde compartilho essa pesquisa com quem quer participar dessa indústria.